Uma noite decidimos sair os 4.
Fomos jantar a um restaurante Japonês, super engraçado.
A nossa intenção era assim que possível ficar os 2 sozinhos.
Não que a companhia fosse má, mas tínhamos planos só para nós 2, tendo em conta que durante a semana é algo que nunca temos tempo, por causa dos miúdos.
Após 2 horas de saborearmos a comida japonesa, e de termos abordados vários temas interessantes e estimulantes… ou possivelmente por causa do Saquê, nós 2 só pensávamos era em sair dali, quando nos olhávamos nos olhos …. declaradamente estávamos possuídos e sedentos dos nossos corpos. Começamos a segredar ao ouvido um do outro sobre o quanto nos queríamos e desejávamos.
Tu passavas a língua no meu pescoço e a tua respiração sentia-se a 2 palmos de distância.
Finalmente resolvemos sair do restaurante, nós não tínhamos levado carro, íamos apanhar um Táxi para o Hotel onde íamos passar essa noite, mas eles convidaram-nos para ir beber um copo e depois davam-nos boleia.
Ficamos indecisos, mas lá fomos, não queríamos ser indelicados.
Quando demos por nós lá estávamos, no Clube do Sábado á noite ….
(…………………)
O fascínio sexual que tomou posse de nos transportou-nos aos mais altos níveis de prazer sexual.
(………………)
As semanas e os dias continuaram a passar e agora a nossa amizade com o Zé e a Maria é mais forte do que nunca, porque agora não somos apenas amigos mas parceiros sexuais e entre nós não existe o mínimo de ciúmes porque confiamos plenamente uns nos outros.
O que se passa entre nós é pura amizade.
Eu gosto da Maria e do Zé como amigos íntimos, mas quem realmente amo muito é o meu marido.
quinta-feira, 14 de junho de 2007
terça-feira, 3 de abril de 2007
IMAGINAÇÃO vs REALIDADE
O telemóvel tocou,
pensei…
” tenho uma mensagem novo no telemóvel…será da Lee?”…
Imaginei…
“… é ela com uma proposta aliciante… de uma noite de sexo escaldante… com muita fantasia e erotismo… deitados no nosso colchão de ar… em frente a lareira acesa… com uma musica de fundo muito suave, tão suave que não damos por ela enquanto fazer amor, enquanto trocamos de posições, enquanto nos beijamos e nos tornamos a amar…musica essa que acaba pouco depois de termos saciado os nossos corpos com satisfação… quase 120 minutos passaram…mostra no leitor…olhamos um para o outro…rimo-nos…e continuamos a trocar mais uns beijos e umas carícias…”
de repente abro o telemóvel…
verifico as mensagens recebidas…
” Extra Roaming Low Cost: A Optimus…”….
”Fo…. - lá se foi a minha noite de sexo, lol”
segunda-feira, 19 de março de 2007
Contos
Meu nome é Helena e o meu marido chama-se Rodrigo. Somos casados há 7 anos. Meu marido tem 29 anos e eu tenho 27. Eu venho de uma família super conservadora, formada dentro dos mais rígidos preceitos da Santa Madre Igreja. Cheguei virgem ao casamento, apesar das diversas investidas do meu, agora marido, que sempre tentou fazer sexo comigo desde o início do nosso namoro. O Rodrigo é uma pessoa muito correcta com seus negócios, é um excelente marido e um pai maravilhoso. Temos duas filhas, uma com 6 e outra com 3 aninhos e vivemos na mais perfeita harmonia. Quanto ao sexo, ele sempre foi muito sacana. Rodrigo sempre foi super liberal e, desde o início do nosso casamento, fez-me entender que amor é uma coisa e que sexo é outra coisa, completamente diferente do amor. Vivia dizendo que me amava, amava a nossa família mas que tinha muita vontade de se envolver com outras pessoas. Eu sempre ficava aborrecida com esse tipo de conversa pois achava que ele estivesse preparando terreno para me dar algum tipo de notícia desagradável, tipo “Tenho uma amante!” E eu vivia sofrendo com isso. Rodrigo é dono de um pequeno estaleiro onde são fabricadas lanchas e pequenos iates que fazem muito sucesso. Este sucesso se traduz na boa vida que levamos, onde dispomos de todo o conforto. Apesar da boa condição financeira da família, nunca quis abrir mão do meu trabalho. Sou administrativa de uma grande empresa de processamento de dados que presta serviços para o governo. Foi no meu trabalho que conheci o Cláudio, um jovem muito bonito e educado, com apenas 23 anos de idade, que veio fazer manutenção nos computadores do nosso departamento. Notei que quando ele se baixava para ajustar os cabos da rede, por trás da minha mesa, não tirava os olhos de minhas pernas. Ainda não sei o que aconteceu comigo naquele momento. Só sei que passei a provocá-lo, cruzando, descruzando e abrindo as minhas pernas. Como eu sempre me visto com saias curtas e não abro mão de acessórios como meias 7/8, cinto de ligas e cuequinhas bem pequenas, ele deve ter tido bons momentos enquanto fingia ajustar os fios. Foi quando notei que um certo volume se formava nas suas calças. Fiquei excitadíssima com aquele jogo e, acho que ele até pode perceber a humidade que se formou em minha cuequinhas. Quando me dei conta do que estava a fazer, peguei a minha bolsa e fui me refugiar na casa de banho. Quando voltei, ele já se tinha ido embora mas encontrei em cima do teclado do computador um bilhete com um nome “Cláudio” seguido do número de um telefone. Fiquei com medo que algum colega percebesse e, muito rapidamente peguei o bilhete e joguei dentro da minha bolsa. Naquela noite, após o jantar, estávamos a ver TV na sala, enquanto as crianças brincavam na sala ao lado. Aproveitei o facto de Rodrigo começar a falar sobre as suas ideias de liberdade sexual e comentei com ele que, pela primeira vez, estava concordando com ele, pois naquele dia havia acontecido algo de diferente comigo no meu local de trabalho. Contei-lhe todos os detalhes do meu pequeno show de exibicionismo para o jovem encarregado da manutenção. Ao contrário do que eu imaginava, Rodrigo mostrou-se entusiasmado, e quis saber de todos os detalhes. Quando lhe contei que havia ficado encharcada de tesão e que ao voltar da casa de banho havia encontrado um número telefone sobre o teclado, notei que o pau dele estufou a calça, num volume até maior do que o que eu tinha visto no trabalho. Fiquei chocada quando ele disse “ É isso aí, meu amor... acho que deverias ir em frente...” Fiquei estarrecida e perguntei: - Como assim ir em frente? O que estás a querer dizer com isso?” e ele, calmamente, falou “ Ora, se o rapaz te deixou com tesão, acho que deverias dar uma boa trepadinha com ele, para matar essa vontade” Fiquei atónita. Descarreguei um monte de impropérios sobre ele, e fui tratar de por as crianças para dormir e, também, segui o rumo da cama, não sem antes tomar um banho bem quente. Fiquei às voltas na cama, sem conseguir dormir, pensando em tudo que havia acontecido. Será que Rodrigo estava sendo sincero? Estava completamente aturdida com a ideia. Quando Rodrigo se foi deitar, fingi que estava a dormir e, enquanto ele se ajeitava na cama, fiz como se estivesse acordando e falei com a voz bem lânguida –“ Amor, não te importarias se eu “trepasse” de verdade com aquele rapaz? Juras?” – “ Juro!” ele respondeu-me e continuou: - “ Eu sei que tu me amas e que amas a nossa família... Isso seria apenas a satisfação de um desejo teu. Uma coisa que eu me sinto na obrigação de te ajudar a concretizar...” Nem esperei que ele falasse mais nada, agarrei meu maridinho com unhas, dentes e tudo mais que tinha direito... Fizemos um amor louco, pleno de paixão, que continuou noite a dentro e eu, não me contendo, gemi diversas vezes dizendo que iria procurar aquele gatão para “trepar” com ele. Percebi que o Rodrigo estava tão ou mais excitado do que eu. Dormimos abraçadinhos e na manhã seguinte eu acordei envergonhada. Tomamos o pequeno-almoço e eu não tive coragem de encara-lo. Logo que ele saiu, corri para pegar minha mala à procura do bilhete mas não consegui encontra-lo. Fiquei agoniada, revirei mala toda em cima da cama, e procurei entre mil objectos, talões, cartões, escova, batom... E, nada. Devo ter deixado cair no chão do escritório. Fiquei triste mas pensei comigo: -“Melhor assim. Eu não iria ter coragem de ligar...” Uns 15 dias depois disso, ao voltar do trabalho, numa sexta-feira, encontrei na sala de nossa casa um monte de caixas. A empregada disse-me que tinham vindo entregar de uma determinada loja e que se tratava de um conjunto para montar um computador. Quando Rodrigo chegou, eu perguntei: - “ Amor, que novidade é essa? Sempre teveste medo de informática” e ele respondeu-me: - “ Elen, eu acho que já perdi muito tempo e agora preciso correr atrás... No mundo actual, o computador é uma necessidade. Tenho que aprender a usar essa geringonça sob pena de ficar perdido no tempo. Ajudas-me?” – “ Claro, amor, terei o maior prazer nessa tarefa e vamos aproveitar até para instalar internet aqui em casa...” Ele olhou-me espantado, querendo saber o que era isso. Dei um sorriso e disse que depois ele iria saber o que era, e que, certamente, iria adorar... No sábado pela manhã levamos as filhotas para passarem o fim-de-semana na casa dos meus pais e voltamos correndo para casa. Montamos todo o equipamento, inclusive a mesa e, depois de tudo instalado, comecei a demonstrar o uso de diversos aplicativos que já estavam instalados no computador. Quando tentei imprimir, apareceu uma janela dizendo que “a impressora não está instalada ou está desconfigurada”... Ficamos os dois frustrados pois eu não sabia corrigir esse defeito. Rodrigo ficou de providenciar, assim que possível, um amigo para ajustar a impressora. Passamos aquele sábado brincando no computador entre joguinhos e vendo fotos pornos, num CD-ROM que compramos num quiosque. No domingo, Rodrigo saiu da cama mais cedo, tomou banho e correu para sala, onde tínhamos instalado provisoriamente o computador. Fiquei na cama mais um pouco, pensando:” agora terei que dividir meu marido com essa máquina infernal...” Minutos depois fui para a casa de banho onde tomei um longo e caprichado banho, passei óleo aromático no corpo e enquanto friccionava a pele, fiquei me admirando no espelho. Realmente, eu era uma mulher bonita: Sou alourada, 1,65 de altura e peso 55 quilos,... Seios menores, sutiã 42 e rabinho maior, tamanho 44 e bastante arrebitado. Tenho os olhos esverdeados e uma boca carnuda, ornada por uma dentição perfeita. Pensei comigo: vou tirar o Rodrigo do computador, arrastá-lo para cama e mostrar para ele o quanto estou “tesuda”. Prendi os cabelos, que são na altura dos ombros em um rabo-de-cavalo, vesti um robe super curto e super transparente, coloquei umas sandálias de saltos bem altos e fui à luta... A porta do corredor para a sala estava fechada e eu abri-a em grande estilo... quase caí das pernas... Rodrigo estava em pé, ao lado da mesa do computador enquanto uma outra pessoa, ainda de costas para mim, dava ordem em fios e cabos, com uma chave de fendas na mão... era “ Ele”! Fiquei a saber, assim que ambos se voltaram para mim com um sorriso nos lábios, e disseram numa só voz: - “ Bom dia princesa!” Ali estava Cláudio, o jovem que povoara minha cabeça com mil fantasias eróticas, na sala da minha casa, vestindo calções e t`shirt, lindo de morrer, ao lado do meu marido. Fiquei imobilizada, sem saber o que fazer ou falar. Rodrigo disse: - “ Querida, estávamos à tua espera à muito tempo. Vem-nos cumprimentar...” Eu não sabia o que fazer... ali na sala, quase nua, na frente de um quase estranho, junto ao meu marido... convidando-me para dar um beijo neles... será que eu tinha entendido bem? Olhei para o Rodrigo e ele estava-me acenando com a mão, num gesto para que eu me aproximasse... meio vacilante ainda, fui na direcção do meu marido que abriu os braços para me receber, enquanto Cláudio depositava a chave de fendas em cima da mesa e se sentava na cadeira giratória. Meu marido me envolveu em seus braços me deu um beijo ardente e envergou as costas para trás, me levantando do chão. Com esse movimento, meu robe subiu e fiquei com metade do meu rabo de fora. Qual não foi minha surpresa quando percebi que Cláudio estava acariciando-o e beijando-o, na maior intimidade... espantada, desgrudei minha boca da boca de meu marido e sussurrei em seu ouvido: - “ O que é isso? você ficou louco?” E ele respondeu-me, também sussurrando no meu ouvido: - “ Fiquei louco de tesão...eu sabia que tu nunca irias tomar a iniciativa de ligar para o Cláudio. Foi por isso que eu mesmo telefonei e combinamos essa cena para ti. Relaxe e goza!” Neste exacto momento, senti que Cláudio estava separando minhas nádegas com suas mãos e enfiando sua língua no meu cuzinho ainda virgem... fui ao delírio! Meu marido recolocou-me no chão e, acto contínuo, Cláudio também ficou em pé mas ao se levantar, veio puxando meu robe para cima que saiu pela cabeça. Fiquei nua entre os dois que continuaram a acariciar-me e a beijar-me. Eu, de olhos fechados, rodopiava entre os dois e já nem sabia mais quem me beijava ou me acariciava o rabo. Fiquei louca! Abri meus olhos e comecei a tirar as roupas do macho que estavam à minha frente. Era o meu marido. Percebi que atrás de mim, Cláudio também estava tratando de tirar as suas. Assim que meu marido ficou completamente nu, arrastei-o para o chão e montei em cima dele, enterrando toda a sua verga no fundo da minha “xaneca” que já estava ardendo de tanto tesão. Comecei a cavalgá-lo. Meu marido tem um cacete de tamanho avantajado que muito me fez sofrer durante a nossa viagem de núpcias. Mas o tempo trabalhou a meu favor e hoje eu já consigo engoli-lo inteirinho, sem a menor dificuldade. Quando já tinha conseguido agasalhar aquele meu velho conhecido totalmente dentro da minha “xaneca”, percebi que o Cláudio começou a lamber o meu rabinho novamente. Aquilo me arrepiou todinha pois sempre tive tesão anal e muita vontade de dar o rabinho mas o Rodrigo, pelo seu porte avantajado, nunca tentou comê-lo pois tinha medo de me magoar. Foi nesse ponto que percebi que o Cláudio, após humedecer bastante o meu rabinho, subiu com a língua pela minha espinha até chegar com a boca no meu pescoço, onde depositou uma mordidinha gostosa. Depois ele encostou a boca no meu ouvido e me sussurrou –“ O teu maridinho autorizou-me a desvirgindar o teu rabinho... posso?” Muito excitada, nem pensei para responder... virei minha cabeça para trás e dei um beijo muito gostoso naquela boca, e depois falei com a vós mais safada que consegui fazer naquela hora: - “ Se ele autorizou, pode ir fundo mas vai devagarinho porque é a minha primeira vez.” Senti a cabeça do seu pau encostando no meu rabo e, depois de uma ligeira pressão, senti que ela passou para dentro de mim. Pensei que fosse sentir dor... mas ele ficou imóvel, dando tempo para que eu relaxasse. Como ele não se mexia mais, comecei a empurrar o meu rabo para trás com a intenção clara de engolir todo aquele pau com o meu cuzinho... Mas ele controlava os movimentos, sem me deixando avançar mais. Aí eu implorei: -“ Enfia tudo, rasga o meu cuzinho que agora é teu também...” Somente aí é que ele foi enterrando tudo, até que eu senti seus pelos encostando no meu rabo. Essa foi uma foda inesquecível... os dois sincronizaram os movimentos de maneira que quanto um entrava o outro saia... Depois eles mudaram o sincronismo... Entravam e saíam juntos. Este ritmo foi contínuo por mais de 40 minutos até que eles não conseguiram mais se segurar e me encheram com suas esporra quentinha. Eu quase desmaiei de tanto me vir. Fiquei tão relaxada que acabei entrando num estado de letargia... Ouvia os dois conversando e depois devo ter adormecido. Quando acordei, estávamos sozinhos em casa. O Cláudio tinha ido embora. O Rodrigo já tinha feito o almoço. Fui tomar um banho, almoçamos e fomos para a cama, comemorar com outra “trepada”, o início de uma nova era no nosso casamento.
quinta-feira, 8 de março de 2007
SW

Estávamos os 4 e embora nós 2 soubéssemos que queríamos estar com eles o meu pensamento circulava em ti:
-Será que ele quer?
-E agora, se ele já não quer? Como vou eu saber?
Enquanto falávamos (os 4) para nos conhecermos melhor tentava decifrar os teus sinais, que eram “nenhuns”.
Até que em determinada altura, não sei como nem porquê, eu e ela nos começamos a beijar. Mutuamente nos fomos acariciando e despindo enquanto tu e ele, ficaram a assistir sempre muito perto de nós. Entretanto foram-nos auxiliando com as vossas mãos e línguas, passando-as pelos nossos corpos em simultâneo, quase que nem dava para distinguir quem nos tocava.
Sentia-te por trás de mim, quente grande e cheiroso, ao mesmo tempo que a sentia a ela … ela conseguia estender-se para ti e ia-te masturbando muito lentamente, enquanto tu, me ias mordiscando o pescoço quando ela acentuava os movimentos….
-Será que ele quer?
-E agora, se ele já não quer? Como vou eu saber?
Enquanto falávamos (os 4) para nos conhecermos melhor tentava decifrar os teus sinais, que eram “nenhuns”.
Até que em determinada altura, não sei como nem porquê, eu e ela nos começamos a beijar. Mutuamente nos fomos acariciando e despindo enquanto tu e ele, ficaram a assistir sempre muito perto de nós. Entretanto foram-nos auxiliando com as vossas mãos e línguas, passando-as pelos nossos corpos em simultâneo, quase que nem dava para distinguir quem nos tocava.
Sentia-te por trás de mim, quente grande e cheiroso, ao mesmo tempo que a sentia a ela … ela conseguia estender-se para ti e ia-te masturbando muito lentamente, enquanto tu, me ias mordiscando o pescoço quando ela acentuava os movimentos….
Excertos ...

Eu ali estava ... nua ... em frente ao calor da lareira a pensar ... quando comecei a sentir o calor do teu corpo junto ao meu, o teu respirar no meu pescoço.... não me virei, aguardei ... as tuas mãos começaram a deslizar no meu corpo a tua respiração começou a ficar mais ofegante, tal como a minha....o coração batia a um ritmo acelerado...as minhas pernas tremiam sem forças...a tua boca começou a passear pelo meu corpo...com muito cuidado...lentamente ... a tua lingua começou a ir espreitando tambem...
..............................................................
..........................................
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....... tu estavas exausto, apetecia-te dormir... agarrei no oleo e comecei a espalhá-lo pelo teu corpo, comecei nas costas e massagei-te devagarinho...passei para as pernas e pés...voltei para cima e entusiasmei-me no teu rabo...comecei a lamber-te ... beijar-te e fui pedindo para te ires virando suavemente, enquanto a minha boca acompanhava os teus movimentos... adoro comer-te assim... sabes tão bem ... a minha lingua e os meu dedos escorregam sobre ti, por ti e para dentro de ti ... eu vou gemendo de satisfação e tu vais crescendo...crescendo..........
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